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quinta-feira, 8 de abril de 2010

Orquestra Imperial - Carnaval só ano que vem (2007)

Carnaval só ano que vem (2007)

O mar e o ar
Não foi em vão
Ereção
Jardim de Alah
Rue De Mes Souvenirs
Yarusha Djabura
Era Bom
Salamaleque
Ela Rebola
De um Amor em Paz
Supermercado do Amor

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terça-feira, 30 de março de 2010

Mombojó - Nadadenovo (2004)

Nadadenovo (2004)

Cabidela
Deixe-se Acreditar
Nem Parece
Discurso Burocrático
A Missa
Absorva
O Céu, o Sol e o Mar
Adelaide
Duas Cores
Estático
Merda
Splash Shine
Faaca
Baú
Container

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segunda-feira, 1 de março de 2010

Céu - Vagarosa (2009)

Vagarosa (2009)

Sobre  amor se seus trabalho silencioso
Cangote
Comadi
Bubuia
Nascente
Grains de Beauté
Vira lata
Papa
Ponteiro
Cordão da insônia
Rosa menina rosa
Sonâmbulo
Espaçonave

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terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Céu - Céu (2005)

"O rótulo da MPB ficou limitado. Ele é bem abrangente, afinal é música popular brasileira. E me considero isso. Quando vou fazer um som, me alimento do que gosto e, como muitos outros da minha geração, me alimento não só de coisas específicas. (...) Não penso que tipo de música estou fazendo. Simplesmente faço um som."
- Maria do Céu Whitaker Poças - a Céu - sobre o gênero musical mpb, ao qual é normalmente associada.


Céu - CéU (2005)

Vinheta quebrante
Lenda
Malemolência
Roda
Rainha
10 Contados
Vinheta Dorival
Mais um lamento
Concrete Jungle
Véu da noite
Valsa pra Biu Roque
Ave cruz
O ronco da cuíca
Bobagem
Samba na sola
Malemolência (Instituto remix)

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quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Saudade tiânica


Desde o final de semana um disco nacional tem me acompanhado no tocador de música. Pra mim um álbum para os jovens, perdidos em meio a mesmice do mainstream nacional que se disfarçou de "indie", essa postagem é para os que [assim como eu] gostam da música brasileira e do verdadeiro rock brasileiro. Quero que ele viva por muito tempo e apresento minhas armas: as doze faixas de Iê iê iê. Arnaldo Antunes ouviu minhas preces!
Deliciosamente referente ao rock do início dos anos 60 o novo álbum do ex-Titãs, é de encher os ouvidos de satisfação. Como era de se esperar do trabalho de Arnaldo Antunes as letras são muito bonitas e em poucos minutos de disco já podem ser escutados futuros clássicos. Arnaldo aprimorou em muito sua voz, que agora soa em perfeita harmonia com suas canções. Algo que Nando Reis, também cantor, compositor e ex-Titãs, conseguira já a algum tempo.
Melhores faixas: Todas.

Iê iê iê (2009)

Iê iê iê
A Casa é Sua
Aonde Você For
Vem Cá
Longe
Invejo
Envelhecer
Sua Menina
Um Kilo
Sim ou Não
Meu Coração
Luz Acesa

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quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Musa da Bossa


Nara Leão em 1963

Desde o primeiro ensaio dos músicos que arquitetaram aquele momento da música popular brasileira, Nara Leão mereceu o título de musa da bossa nova. Musicalmente virtuosa, Nara aprendeu a tocar violão ainda aos doze anos de idade e dois anos mais tarde conheceria um certo Roberto Menescal. Então com dezoito anos, o rapaz reunia seus colegas de academia musical no peoqeuno apartamento, gente como Vinícios de Morais, Carlinhos Lyra, João Gilberto e a própria Nara Leão. Nascia a Bossa Nova.
Por aqui o segundo álbum da moça recatada da mpb, Opinião de Nara de 1964. A música que dá nome ao disco, "Opinião" composta pelo sambista Zé Keti, tem um refrão de protesto e conteúdo extremamente voltado para as classes periféricas da sociedade brasiliera. Esse é um caráter abordado pela cantora em todo o álbum. As canções são confortáveis de se ouvir, como toda boa bossa nova e Nara Leão não se limita ao flerte com o samba de partido alto, vai além do comum e trás algo do tropicalismo, movimento que apoiaria com ferocidade posteriormente. É o meu favorito dela, mesmo que admita meu destreino com a bossa nova. Apaixone-se por Nara, também.
Melhores faixas: "Opinião", "Acender as Velas", "Sina do Caboclo", "Mal-me-quer".


Opinião de Nara (1964)

Opinião
Acender de Velas
Derradeira Primavera
Berimbau (Ritmo de Capoeira)
Sina do Caboclo
Deixa
Esse Mundo é Meu
Labareda
Em Tempo de Adeus
Chegança
Na Roda de Capoeira
Mal-me-quer

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quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Regionalismo

A algum tempo, meses para ser mais exato, baixei o álbum que compartilho com vocês hoje. Admito que não dei a devida atenção ao trabalho de Siba e a Fuloresta, um banda que estreitou a linha que divide a música regional, fincada na cultura popular e portanto bastante tradicional, e a estilística contemporânea.
Para quem já conhece o trabalho do mestre Siba da rabeca (como falou o Falcão no acústico do O Rappa) no Mestre Ambrósio, eis uma amostra sublime da competência do mais jovem entre os membros da Fuloresta. Em Toda vez que eu dou um passo / O mundo sai do lugar temos letras de poesia pura em diversos exemplos da multifacetada música pernambucana. Do frevo ao côco de roda, passando pela ciranda, tudo misturado com guitarras elétricas e arranjos que só produtores do século XXI. Além de Siba (vocal, percussão, rabeca), Biu Roque (vocal, percussão), Mané Roque (vocal, percussão), Cosmo Antônio (vocal, percussão), Zeca (percussão), Roberto Manoel (trompete), Galego (trombone) e Bolinha (tuba). Quarenta e cinco minutos de férias na poesia regional. Esse eu não esqueço mais.
Melhores Faixas: Será?, Cantar Ciranda, Meu Time.

Toda Vez Que Eu Dou Um Passo O Mundo Sai Do lugar (2008)

Pisando em Praça de Guerra
Cantar Ciranda
Toda vez que eu dou um passo o mundo sai do lugar
Será?
Bloco da Bicharada
Alados
Tempo II
Meu Time
12 Linhas
A Folha da Bananeira
João do Alto
A Velha da Capa Preta

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- Marvin

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Sotaque japonês

O tempo não me ajudou nos últimos dias (provas, provas e mais provas) mas vocês não perderam por esperar. Continuando o meu plano "pro" cantoras, gostaria que conferissem a queridinha do meu playlist. Miho Hatori.
Junto de Yuka Honda, Miho formou a banda Cibo Matto, que tem dois álbuns lançados. "Pau pra toda obra" essa japonesa já trabalhou com várias outras bandas como Beastie Boys, Gorillaz e Beck. Em parceria com Smokey Hormel, guitarrista da última, ela declarou sua paixão pelo samba e pela bossa nova com a dupla Smokey & Miho. A senhorita Hatori prova sua versatilidade no "salada musical" Ecdysis de 2005, o único álbum solo da cantora.
Temos um disco que reúne os dois EPs de Smokey & Miho e também o trabalho solo. O que me chamou mais atenção na Miho Hatori foi a afinação da voz dela e, evidentemente, a quantidade de influências que ela incorpora na sua música. Estilo único.
Melhores Faixas: Tempo de Amor, Consolação, Ocean in your eyes (Smokey & Miho); A song for kids, Sweet samsara part I, Ecdysis, In your arms, Today i like that, Barracuda (Ecdysis).

Smokey & Miho: The Two EPs (2003)

Tempo de Amor
Consolação
Bocoche
Canto de Iemanjá
Canto do caboclo pedra preta
Summer rain
Orishá and Iemanjá
Blue glasses
Nzage
Ocean in your eyes

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Miho Hatori: Ecdysis (2005)

Ecdysis
A song for kids
In your arms
Barracuda
The spirit of Juliet
Walking city
Sweet samsara part I
Sweet samsara part II
Today i like that
The river of 3 crossings
Amazona

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Muito estranho colocar uma cantora japonesa no marcador "mpb". :P

quarta-feira, 25 de março de 2009

Chama o Síndico!

Mas chama com estilo.

O síndico da música brasileira, era uma lacuna vazia no meu tocador de música (ou se preferir mp3 player). Era, porque semana passada baixei alguns álbuns do cara e viciei na fase racional. Não sabe do que eu tô falando? Okaa você venceu, batata frita. Provavelmente o maior stoner do Brasil, Tim Maia, teve muitos altos e baixos em sua carreira. A mídia caia matando no Tim, afinal não era sempre que um músico distribuía comprimidos de ecstasy para toda equipe da gravadora antes de gravar um disco. A constante presença na imprensa tornou-o um homem polêmico. Mais em 1975 o síndico decidiu mudar de vida e, deixando as drogas de lado, aderiu a ideologia da Cultura Racional (olha no Wikipedia que eu tô preguiça de explicar). Essa mundaça se refletiu na sua música e ele lançou os álbuns Tim Maia Racional Vol. 1 e Vol 2, que seriam os melhores trabalhos de sua longa carreira. A diferença desses dois discos, além da voz do Tim que está "desentoxicada", é a qualidade do som e o cuidado que ele teve ao produzir essas pérolas da cultura racional. Entrou na minha lista básica dos melhores da mpb fácil fácil.
Melhores Faixas: "Bom senso", "Imunização racional", Contato com o mundo racional", "Rational culture", "Ela Partiu", "Quer queira quer não queira", "O caminho do bem", "Que legal".

Tim Maia Racional Volume 1 (1975)

  1. "Imunização racional"
  2. "O grão mestre varonil"
  3. "Bom senso"
  4. "Energia racional"
  5. "Leia o livro Universo em Desencanto"
  6. "Contato com o Mundo Racional"
  7. "Universo em desencanto"
  8. "You don't know what i know"
  9. "Rational Culture"
  10. "Ela partiu"
  11. "Meus inimigos"
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Tim Maia Racional Volume 2 (1976)
  1. "Quer queira ou não queira"
  2. "Paz interior"
  3. "O caminho do bem"
  4. "Energia racional"
  5. "Que legal"
  6. "Cultura racional"
  7. "O dever de fazer propaganda desse conhecimento"
  8. "Guiné Bissau, Moçambique e Angola Racional"
  9. "Imunização racional (que beleza)"
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O primeiro racional tem duas faixas bônus da versão em cd, lançada à alguns anos.
Enjoy!

sábado, 27 de dezembro de 2008

Prazer puro e suave

Os produtores Rica Amabis, Pupillo e Dengue (os últimos, respectivamente, baterista e baixista da Nação Zumbi) são os 3 que meteram a mão na massa e não fizeram cerimônia em tocar um projeto deveras experimental. Juntos eles conseguiram realizar o 3 na massa, uma coletânea de poesia sobre o prazer feminino. Com arranjos detalhistas temos as vozes de Pitty, Thalma de Freitas, Céu, Karine Carvalho, Leandra Leal, Simone Spoladore, Alice Braga, e outras, cantando poesias de figuras como Jorge Dupeixe, China, Rodrigo Amarante e José Paes de Lira. Sofisticação e sedução, condensadas em 13 faixas.
Melhores Faixas: todas.

3 na massa - Na Confraria das Sedutoras (2008)
  1. Certeza (Leandra Leal)
  2. O seu lugar (Thalma de Freitas)
  3. Doce guia (Céu)
  4. Tatuí (Karine Carvalho)
  5. Estrondo (Geanino)
  6. Lágrimas Pretas (Pitty)
  7. Pecadora (Simone Spoladore)
  8. O objeto (Nina Becker)
  9. Quente como asfalto (Cyz)
  10. Morada boa (Nina Miranda)
  11. Certa noite (Karina Falcão)
  12. Sem fôlego (Lurdes da Luz)
  13. Tarde demais (Alice Braga)


quarta-feira, 1 de outubro de 2008

O novo do baiano

O tio Caetano e sua pose de "best seller"

É com orgulho que trago a vocês um álbum deste que é um dos monstros da MPB. Caetano Veloso voltou as origens com seu disco de 2006, bebendo na fonte do rock básico e com sonoridade jovial. Aclamado (mais uma vez) pela crítica, o ilustre baiano fez ainda mais bonito quando lançou em 2007 esse ao vivo que lhes entrego. Não espere pelas letras revolucionárias de outrem (leia-se ditadura militar), o que não significa que o disco é ruim ou material de baixa qualidade. Os arranjos de violão neste concerto não me deixam mentir. Junto à um clássico como "Sampa", "Rocks" soa relaxante e descompromissada. Esse é um ao vivo obrigatório, pra quem gosta de rock, MPB ou ambos.
Melhores Faixas: "Outro", "Rocks", Sampa", "Odeio", "London, london" e "You don't know me".

Caetano Veloso: Cê Ao VIvo (2007)
  1. "Outro"
  2. "Minhas Lágrimas"
  3. "Chão da Praça"
  4. "Nine Out of Ten"
  5. "Um Tom"
  6. "O Homem Velho"
  7. "Homem"
  8. "Amor Mais Que Discreto (Ilusão à Toa)"
  9. "Odeio"
  10. "Como 2 e 2"
  11. "Sampa"
  12. "Desde Que o Samba é Samba"
  13. "Não me Arrependo"
  14. "London, London"
  15. "Fora de Ordem"
  16. "Rocks"
  17. "You Don't Know me"
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A faixa "London, london" é uma cover da Cibelle (que eu já recomendei aqui).

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

"[...]saiba todo mundo teve infância, Maomé já foi criança[...]"

Arnaldo Antunes, pois é ele não abandonou o rock apenas musicalmente

Adimito que meu titã favorito era (e é) o Paulo Miklos. Em segundo lugar o Branco Melo. Mas (assim como muitos de vocês) notei a qualidade das músicas do Arnaldo Antunes depois dos Tribalistas, uma união memorável que não se repetirá com tamanha grandiosidade (um álbum inteiro!). A armadura desse poeta pareceu mais brilhante (para mim) do que em qualquer outro momento de sua carreira. Para retornar a boa MPB disponibilizo para vocês, o primeiro albúm pós-Tribalistas, Saiba, um disco sobre carinho e amor (no caso do Arnaldo ao filho caçula).
Melhores Faixas: "Saiba", Grão de Amor".

Arnaldo Antunes: Saiba (2004)
  1. "Saiba"
  2. "Pedido de Casamento"
  3. "Cachimbo"
  4. "Imaginou"
  5. "Cabimento"
  6. "Grão de Amor"
  7. "Se Assim Quiser"
  8. "Elizabeth no Chuí"
  9. "Onde Estavas, Lugar?"
  10. "A Nossa Casa"
  11. "Consumado"
  12. "Itapuana"
  13. "Areia"
  14. "A Razão Dá-se a Quem Tem"
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- Marvin, a seguir rock com maquiagem

quarta-feira, 23 de julho de 2008

"sei lá"

Acho que não exagero quando digo que o senhor José Ramalho Neto (ou apenas Zé Ramalho) é o melhor cantor de Folk do Brasil. Sua carreira passou por alguns altos e baixos, mas ele é (como muitos já disseram) o Bob Dylan brazuca. Mas na minha humilde opnião tal comparação soa incorreta, pois ambos (o Zé e o Bob) contribuiram à sua maneira para o Folk, sendo insubstituíveis e incomparáveis. Qualquer que seja sua opnião, aqui vai o melhor Ao Vivo que já ouvi e que mostra toda a competência de Zé Ramalho (uma injustiça fazer um disco só):

Zé Ramalho: Ao Vivo
  1. "A Dança das Borboletas"
  2. "Táxi Lunar"
  3. "Banquete de Signos"
  4. "Canção Agalopada"
  5. "Eternas Ondas"
  6. "Avôhai"
  7. "Vila do Sucesso"
  8. "Chão de Giz"
  9. "Garoto de Aluguel"
  10. "Admirável Gado Novo"
  11. "Batendo na Porta do Céu"
  12. "Sinônimos"
  13. "Entre a Serpente e a Estrela"
  14. "Mistérios da Meia Noite"
  15. "Frevo Mulher"
  16. "Corações Animais"
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P.S.: o título "sei lá" foi uma interessante sugestão de uma sábia amiga.
Princesa Minako-chan, 'brigado! =D

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